Moradores e turistas que visitam as praias de São Luís precisaram de
cautela desde que foi divulgado que todas as praias da capital do estado
estavam poluídas e impróprias para o banho. O laudo divulgado em 2012, levou o
Ministério do Turismo a destinar R$ 30 milhões para despoluição e limpeza das
praias.
O repasse federal, contudo, até setembro
deste ano ainda não tinha sido aplicado. A própria Assessoria de Comunicação de
Estado da Saúde (SES) confirmou que nenhuma obra havia sido iniciada até o
momento, alegando que o recurso ainda não estava liberado.
O Ministério do Turismo rebateu os argumentos
da SES explicando que os recursos já estavam desbloqueados na Caixa Econômica
Federal (CEF), gestora do contrato de repasse e afirmou, por meio de nota, que
“o pagamento ocorre após a entrega do projeto pelo convenente, e deve ser
analisado e aprovado pela CEF”.
A polêmica, no entanto, não para por aí. O
Ministério do Turismo liberou os recursos, mas o governo já havia divulgado
outros laudos, quatro meses após a interdição das praias, depois de
análises feitas pelo Laboratório Central do Maranhão, em parceria com o órgão
que mede a poluição em São Paulo, a Cetesb, atestando que as praias não estavam
poluídas.
O próprio secretário de Saúde do Maranhão,
Ricardo Murad, cunhado da governadora do Maranhão, Roseana Sarney, fez uma
campanha em outubro do ano passado incentivando banhistas a frequentarem a orla
de São Luís, chegando a mergulhar nas praias com sua neta para atestar a
despoluição.
Agora, a Sema divulga novo laudo, segundo
matéria do site G1 Maranhão,
afirmando que cinco pontos da orla ludovicense permanecem impróprios para o
banho. O Rio Pimenta, a praia do Caolho e o Rio Calhau, aparecem entre os
maiores focos de poluição.(Maranhão da Gente-Editado)
E na cidade dele...
A ineficiência na administração
ambiental do mancebo do Clã pinheirense não acontece só na capital, o rio
Pericumã, que corta a sua cidade natal, também sofre com a poluição derivada de
esgoto.
Esse rio que também leva o nome do
sistema de comunicação da família de Victor Mendes(PV) começou a ser poluído
com mais intensidade logo no começo do ano, quando o seu pai, Filuca Mendes
(PMDB), assumiu a prefeitura da cidade e mandou cavar uma vala que ficou
conhecida como:”Vala da morte”, porque ceifou a vida de dois irmãos que
morreram afogados no afluente do esgoto a céu aberto que desce da vala do
Gabião.
Se o “menino maluquinho” não está
ligando nem para os problemas ambientais da sua “terra eleitoral”, que lhe deu
a maioria de votos para deputado estadual, imaginem para São Luis!


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